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20170416
20160729
20150404
20130127
Bosques meus .XII
Gosto da forma como Ivone Costa trata as personagens, meio livres pela sua
condição, meio condenadas a uma errância que a imaginação da autora lhes
inflige. Na perspectiva de quem fotografa (ou escreve com luz, nome pomposo
para a mesma coisa) é fascinante essa outra errância que é escrever com as
impermanências de um porto de parede, ou de cais, ou de papel. A leitura é o
porto mais parecido com uma enseada. Um seio. Uns olhos que pestanejam mais
demoradamente do que o habitual após lerem.
Para encostar o olhar ao texto é fazê-lo aqui . Até que outros hóspedes
abram outras páginas.
20130115
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